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A abstinência condicionada – Síndrome com sinais e sintomas semelhantes à abstinência, geralmente vivenciados por indivíduos dependentes de álcool ou opiáceos, que são expostos a estímulos previamente associados com ouso de álcool ou outras drogas. Uma síndrome com sinais e sintomas semelhantes à abstinência, ocasionalmente vivenciada por indivíduos dependentes de álcool ou opiáceos em abstinência, que são expostos a estímulos previamente associados com o uso de álcool ou outras drogas. De acordo com a teoria clássica do condicionamento, estímulos ambientais não condicionados, temporariamente associados a reações não condicionadas de abstinência tornam-se estímulos condicionados capazes de Deliciar os mesmos sintomas de abstinência. Em outra versão da teoria do condicionamento, uma resposta inata compensatória aos efeitos de uma substância (tolerância aguda) torna-se condicionalmente relacionada aos estímulos associados ao uso da substância. Se os estímulos são apresentados sem a administração concreta da substância, a resposta condicionada é deliciada como uma reação compensatória do tipo da abstinência.
abstinência condicionada

abstinência condicionada

Síndrome de abstinência é um conjunto característico de sinais e sintomas que ocorrem após a interrupção (ou, em alguns casos, diminuição) do consumo de uma droga, seja ela um medicamento ou uma droga de abuso.

O quadro clínico de uma dada síndrome de abstinência varia de acordo com a droga consumida. A identificação do tipo da droga usada é importante para o tratamento correto, mas o abuso de mais de um tipo de droga é comum.

Algumas drogas atuam como neurotransmissores externos, substituindo os neurotransmissores orgânicos, que “desligam”. Se a droga é cortada abruptamente, os processos químicos que permitem a comunicação entre os neurônios são interrompidos, cortando a comunicação do sistema nervoso com o resto do corpo, o que pode, no limite, levar o indivíduo em abstinência à morte. A heroína, principalmente, tem esse efeito. O álcool, a maconha e a cocaína também atuam como neurotransmissores externos, mas em menor intensidade, de modo que as crises de abstinência costumam ser menos graves.

A instalação de uma síndrome de abstinência tende a ser ser mais rápida no caso de drogas de meia-vida mais curta. Seu curso tipicamente varia de alguns dias a duas semanas, mas descrevem-se sintomas que podem persistir por meses, no caso do álcool, do tabaco ou da cocaína (síndrome de abstinência prolongada).

Os sintomas, que estão ligados aos danos causados ao cérebro, apresentam-se durante o estado de sobriedade e podem ser descritos como dificuldade de concentração, problemas de memória, reação emocional exagerada ou apatia, distúrbios ou alterações do sono, problemas de coordenação motora e sensibilidade ao stress. A síndrome de abstinência prolongada pode desencadear recaídas com frequência, mas seus sintomas, geralmente, podem ser revertidos.

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